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domingo, 12 de dezembro de 2010

HENRIQUE FIALHO

POEMAS


Venham ver sob que luzes surgem os poemas, em que leitos navegam as palavras desabridas.
Venham ver a força desta corrente na rebentação da névoa.
Se entre as duas margens conseguirem avistar o que se esconde na neblina, então vejam como tudo baila sem que um único músculo se mova.


Estranhas criaturas, Deriva, Porto, 2010.

domingo, 4 de outubro de 2009

HENRIQUE FIALHO

SUGESTÃO


mata-me o ego
e recordarei contigo
a memória de havermos sido
um vácuo sem fundo
numa vida sem fim


Entre o Dia e a Noite Há Sempre um Sol que se Põe, edição do Autor, Rio Maior, 2000.