[NADA PODERÁ TRAZER UM NAVIO DE VOLTA]
[...]
Nada poderá trazer um navio de volta
a este porto prometido às trevas
e ao visco.
No jardim que deixámos para trás
(e lembra hoje uma única teia de tamiça e estopa)
cresceram as luzes da visitação
Não seguimos o rio, não iremos juntos.
Só damos de nós o que jamais
poderão ver
[...]
Lvminaria, 2.ª edição, revista, Alambique, Lisboa, 2015.
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